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Renata Belmonte

Renata Belmonte

Renata Belmonte é autora de três livros de contos: Femininamente (Prêmio Braskem de Literatura, 2003), O que não pode ser (Prêmio Arte e Cultura Banco Capital, 2006) e Vestígios da Senhorita B (P55, 2009). Doutora em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e Mestre pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ela é também advogada.

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Olavo Bilac

Olavo Bilac

Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 1865 — 28 de dezembro de 1918) foi um jornalista, contista, cronista e poeta brasileiro, considerado o principal representante do parnasianismo no país. Foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras.

Bilac era um ativo republicano e nacionalista, também defensor do serviço militar obrigatório em um período em que o exército usufruía de amplas faculdades políticas em virtude do golpe militar de 1889. Foi o responsável pela criação da letra do Hino à Bandeira. Também ficou famoso pelas fortes convicções políticas, sobressaindo-se a ferrenha oposição ao governo militar do marechal Floriano Peixoto.

Em 1907, foi eleito “príncipe dos poetas brasileiros”, ainda na infância era considerado um aluno aplicado, conseguindo, aos 15 anos autorização especial para ingressar no curso de Medicina na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, a gosto do pai, que era médico durante a campanha da Guerra do Paraguai, e a contragosto próprio.

Portanto, começa a frequentar as aulas da faculdade mencionada, terminada a rápida passagem no colegial, mas seu precoce trabalho na redação da Gazeta Acadêmica absorve-o e interessa-o mais do que a prática medicinal. Por este motivo, Bilac não concluiu o curso de medicina e nem o de direito que frequentou posteriormente, em São Paulo.

Bilac foi jornalista, poeta, frequentador de rodas de boêmias e literárias no meio letrado do Rio de Janeiro. Aliás, sua participação na vida cotidiana e cultural foi uma marca patente em sua imagem: sabe-se, por exemplo, que em 1897 Bilac acabou perdendo o controle do seu automóvel e o bateu contra uma árvore na Estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro – RJ, sendo o primeiro motorista a sofrer um acidente de carro no Brasil.

Aos poucos profissionaliza-se: produz, além de poemas, textos publicitários, crônicas, livros escolares e poesias satíricas. Visava, então, contar através de seus manuscritos a realidade presente na sua época.

O grande amor de Bilac foi Amélia de Oliveira, irmã do poeta Alberto de Oliveira. Chegaram a ficar noivos, mas o compromisso foi desfeito por oposição de outro irmão da noiva, desconfiado de que o poeta era um homem arruinado. Seu segundo noivado fora ainda menos duradouro, com Maria Selika, filha do violonista Francisco Pereira da Costa. Viveu sozinho, em consequência destes descasos amorosos, sem constituir família até o fim de seus dias. 

fonte: site da ABL

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Mario de Andrade

Mario de Andrade

Mário de Andrade nasceu em São Paulo, cidade onde morou durante quase toda a vida no número 320 da Rua Aurora, onde seus pais, Carlos Augusto de Andrade e Maria Luísa de Almeida Leite Moraes de Andrade também haviam morado. Durante sua infância foi considerado um pianista prodígio, tendo sido matriculado no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo em 1911.

Recebeu educação formal apenas em música, mas foi autodidata em história, arte, e especialmente poesia. Dominava a língua francesa, tendo lido Rimbaud e os principais poetas simbolistas franceses durante a infância. Embora escrevesse poesia durante todo o período em que esteve no Conservatório, Andrade não pensava em fazê-lo profissionalmente até que a carreira de pianista profissional deixou de ser uma opção viável.

Em 1913, seu irmão Renato, então com quatorze anos de idade, morreu de um golpe recebido enquanto jogava futebol, o que causou um profundo choque em Andrade. Ele abandonou o conservatório e se retirou com a família para uma fazenda que possuíam em Araraquara. Ao retornar, sua habilidade de tocar piano havia sido afetada por um tremor nas mãos. Embora ele houvesse se formado no Conservatório, ele não se apresentou mais e começou a estudar canto e teoria musical com a intenção de se tornar um professor de música. Ao mesmo tempo, começou a ter um interesse mais sério pela literatura. Em 1917, ano de sua formatura, publicou seu primeiro livro de poemas, Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, sob o pseudônimo de Mário Sobral. O livro contém indícios de uma crescente percepção do autor em relação a uma identidade particularmente brasileira, mas, assim como a maior parte da poesia brasileira produzida na época, o faz num contexto fortemente ligado à literatura europeia—especialmente francesa.

Este seu primeiro livro parece não ter tido impacto significativo, e Andrade decidiu ampliar o âmbito de sua escrita. Deixou São Paulo e viajou para o campo. Iniciou uma atividade que continuaria pelo resto da vida: o meticuloso trabalho de documentação sobre a história, o povo, a cultura e especialmente a música do interior do Brasil, tanto em São Paulo quanto no Nordeste. Andrade também publicou ensaios em jornais de São Paulo, algumas vezes ilustrados por suas próprias fotografias, e foi, acima de tudo, acumulando informações sobre a vida e o folclore brasileiro. Entre as viagens, Andrade lecionava piano no Conservatório.

Fonte: wikipedia

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Marco Galli

Marco Galli

Marco Galli nasceu em Montichiari (Brescia) em 1971. Frequentou a escola de arte em Mântua e, durante alguns anos, dedicou-se à pintura sobre tela. Ele morou em Londres e Los Angeles antes de retornar à Itália. Ele publicou entre outras comics: Freak (S.I.E. Edizioni), Nero petrol (001 Edizioni) e, pela Coconino, as novelas gráficas Oceania Boulevard e Nella camera del cuore se nasconde un elefante, traduzido na França e na Espanha, além do belíssimo Le Chat Noir.

Ele trabalhou como designer de personagens em The Cinderella Cat, o filme de animação do estúdio M.A.D Entertainment, já conhecido pelo premiado desenho animado The Art of Happiness. Nos últimos anos, ele escreveu, desenhou e coloriu uma história para Dylan Dog, colaborou com o Projeto Stigma na criação da novela gráfica Èpos (edições Stigma-Eris) e editou a antologia cômica Materia Degenere para edições Diabolos.

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José Saramago

José Saramago

José de Sousa Saramago nasceu em 16 de novembro de 1922 e morreu em Lanzarote, 18 de junho de 2010.  Foi um dos mais representativos escritores portugueses contemporâneos, galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou, em 1995, o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago foi considerado o responsável pelo efetivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.

Saramago, conhecido pelo seu ateísmo e iberismo, foi membro do Partido Comunista Português e foi director-adjunto do Diário de Notícias e, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC). Casado, em segundas núpcias, com a espanhola Pilar del Río, Saramago viveu na ilha espanhola de Lanzarote, nas Ilhas Canárias, até a sua morte.

A 29 de Junho de 2007 constitui a Fundação José Saramago para a defesa e difusão da Declaração Universal dos Direitos Humanos e dos problemas do meio ambiente. Em 2012 a Fundação José Saramago abre as suas portas ao público na Casa dos Bicos em Lisboa.

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José de Alencar

José de Alencar

José de Alencar (José Martiniano de Alencar), advogado, jornalista, político, orador, romancista e teatrólogo, nasceu em Messejana (atual bairro de Fortaleza), CE, em 1º de maio de 1829, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de dezembro de 1877. É o patrono da cadeira n. 23, por escolha de Machado de Assis.

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Jocy de Oliveira

Jocy de Oliveira

Pioneira no desenvolvimento de um trabalho multimídia no Brasil envolvendo música, teatro, instalações, texto e vídeo, é a primeira entre os compositores nacionais a compor e dirigir suas óperas buscando reformular o formato convencional operístico.

Suas peças tem sido apresentadas em teatros e festivais como Berliner Festspiele, Haus der Kulturen der Welt , Hebbel Theater em Berlim, StaadtsTheater – Darmstadt, Bayerischer Rudfunk – Munique, Festivals Dresdner Tage der Zeitgenössischen Musik – Desden, Expo 2000 Hannover, Ludwigshafen Opera Festival, Salzburg Festival – Aspekte, Hayden Planetarium, Carnegie Hall, Brooklyn Academy – em New York, New Music America Festivals, Miami Planetarium, Bellas Artes – Mexico, Teatro Avenida, Buenos Aires, Orquesta Sinfonica del Sodre, Uruguai, Orquesta Sinfônica Nacional de Cuba, Radio France – Paris, Gaudeamus e Gulbenkian Foundations, Chengdu University – China. No Brasil, suas obras têm sido apresentadas anualmente em diversos teatros e festivais incluindo os Theatros Municipal de São Paulo e do Rio de Janeiro e em diferentes capitais.

Como compositora e pianista, gravou 25 discos no Brasil, Inglaterra, EUA, Alemanha, Itália e no México; registrou nos EUA e no Brasil a obra pianística de Olivier Messiaen (selo NAXOS). Oito de suas óperas multimídias foram gravadas em DVDs distribuídos pela NAXOS Video Library e pelo SESC-SP.

Convidada entre os autores principais da FLIP 2018 em Paraty, participou  da abertura ao lado de Fernanda Montenegro , apresentou  um concerto com  suas obras e foi membro de duas mesas de debates.

Como pianista, foi solista sob a regência de Stravinsky e apresentou diversas primeiras audições de compositores que a ela dedicaram obras, como Iannis Xenakis, Luciano Berio, Claudio Santoro e John Cage. Foi solista sob a regência de maestros como Eleazar de Carvalho, Lukas Foss, Sixten Ehrling e Robert Craft, entre outros, à frente de orquestras como Boston Symphony, Los Angeles Philharmonic, St Louis Symphony, Buffalo Philharmonic, Brooklyn Philharmonic, Orchestre Philharmonique de la Radio France, Orchestre Symphonique de la RTB (Bruxelas), Orchestre National Belge, Radio Zurich, Oslo Philharmonic, Bergen Philharmonic, Hannover Symphony, Orquestra Sinfonica de l’UNAM, Mexico , Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra Municipal de S. Paulo, entre outras.

Recebeu vários prêmios, entre eles o Prêmio Jabuti de Literatura, prêmios de cinema em vários Festivais Europeus , Guggenheim Foundation (2005), Rockfeller Foundation (1983 e 2007), Bogliasco Foundation (2004 e 2015), CAPS – New York Council on the Arts, Fundação Vitae e RioArte; é membro vitalício da Academia Brasileira de Música, detentora desde 2015 do título de Doutor Honoris Causa pela UFRJ, Rio de Janeiro, e Mestre em Artes/Música pela Washington University , St Louis, USA.

Mais informações no site da autora www.jocydeoliveira.com

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João Anzanello Carrascoza

João Anzanello Carrascoza

JOÃO ANZANELLO CARRASCOZA nasceu em Cravinhos (SP). É autor dos romances que compõem a Trilogia do adeus, além de diversos livros de contos, entre os quais Dias raros, O volume do silêncio, Aquela água toda e Catálogo de perdas. Suas histórias foram traduzidas para o bengali, croata, espanhol, francês, inglês, italiano, sueco e tâmil. Participou do programa de escritores residentes da Ledig House (EUA), Château de Lavigny (Suíça) e Sangam House (Índia). Recebeu três vezes o prêmio Jabuti (CBL), três vezes o prêmio da Fundação Nacional do Li4vro Infantil e Juvenil (FNLIJ), duas vezes o prêmio da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), além dos internacionais Radio France (RFI, Paris) e White Ravens (Library Munich, Alemanha).

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Joann Sfar e Christophe Blain

Joann Sfar e Christophe Blain

Christophe Blain, nascido em 10 de agosto de 1970, em Argenteuil, na França, é um escritor de quadrinhos francês. Notado após a publicação do Redutor de velocidade, em 1999, Blain é revelado ao público ilustrando Masmorra Potron Minet- (1999 a 2006) em cenários de Joann Sfar e Lewis Trondheim. Solo, ele confirmou as expectativas com Isaac, o Pirata (2001-2005) e GUS (SESI-SP Editora). Blain é um dos únicos autores a ter ganho duas vezes o prêmio de melhor álbum do festival Angoulême, com autores como Baru, Miguelanxo Prado ou Art Spiegelman. Ele ganhou em 2002 (para as Américas, o primeiro volume de Isaac, o Pirata) e 2013 (para Chronicles diplomáticas, o segundo volume do Quai d’Orsay).

Joann Sfar, nascido em 28 de agosto de 1971, em Nice, na França, é um artista de quadrinhos francês, criador de quadrinhos, romancista e diretor de cinema. Ganhou destaque com o grupo de autores com os quais mantem diversas parcerias artísticas, como Trondheim, Blain, David B., Guibert, que produzem incansavelmente e que misturam as suas produções. O discurso deste grupo vai no sentido da criatividade e originalidade, o entretenimento inteligente e bem contado. Segundo Sfar o que é importante é que o desenho, parecido ou não, seja compreensível, o verdadeiro realismo é Picasso desconstruindo um touro.

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