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Christophe Blain

Christophe Blain, nascido em 10 de agosto de 1970, em Argenteuil, na França, é um escritor de quadrinhos francês. Notado após a publicação do Redutor de velocidade, em 1999, Blain é revelado ao público ilustrando Masmorra Potron Minet- (1999 a 2006) em cenários de Joann Sfar e Lewis Trondheim. Solo, ele confirmou as expectativas com Isaac, o Pirata (2001-2005) e GUS (SESI-SP Editora). Blain é um dos únicos autores a ter ganho duas vezes o prêmio de melhor álbum do festival Angoulême, com autores como Baru, Miguelanxo Prado ou Art Spiegelman. Ele ganhou em 2002 (para as Américas, o primeiro volume de Isaac, o Pirata) e 2013 (para Chronicles diplomáticas, o segundo volume do Quai d’Orsay).

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Alexandre Le Voci Sayad

Alexandre Le Voci Sayad é jornalista e educador, diretor da ZeitGeist e co-chairman internacional da aliança internacional da UNESCO em educação midiática, a UNESCO MIL Alliance. É colunista do jornal A Gazeta do Povo e da Revista Educação, e autor vários livros, entre eles “Idade Mídia – A Comunicação Reinventada na Escola”. É também apresentador do programa “Idade Mídia”, no Canal Futura, e do canal MídiaMundo no Youtube. É membro do conselho consultivo do programa Educamídia e do conselho científico da revista acadêmica Comunicar (Universidad de Huelva, Espanha). É também pesquisador em Inteligência Artificial e Ética da PUC-SP.

Mais informações: alexandresdayad.com

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José Santos

José Santos é mineiro de Santana do Deserto, onde nasceu em 1959. Vive em São Paulo desde 1991. Escreve livros para crianças e jovens.  Já publicou cerca 50  títulos.

Recebeu da Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil- FNLIJ o selo Altamente Recomendável em três de seus livros. Em 2018, o livro Infâncias – daqui e de além mar, escrito com o português José Jorge Letria, recebeu desta fundação o prêmio de Melhor Livro em Língua Portuguesa.

Finalista do Premio Jabuti da CBL por  três vezes e premiado em 2016 na categoria livro infantil. Tem projetos realizados em parceria com importantes ilustradores como Alcy, Laurabeatriz, Guazzelli,  Jô Oliveira, Maurício de Sousa e Eliardo França.

Trabalha temas da cultura popular portuguesa desde 2009. Tem seis livros sobre o tema, como Rimas de Lá e Cá e Infâncias, ambos com José Jorge Letria e Viagem às terras de Portugal, com Afonso Cruz. Além das viagens da Turma da Mônica a Portugal e aos países de língua portuguesa, feitos com Mauricio de Sousa.

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Thomas Mathieu

Nascido em 1984, Thomas Mathieu estudou quadrinhos em Saint-Luc, Bruxelas e Liège. Durante seus estudos abriu um blog, no qual publicou contos curtos e humorísticos. Sua primeira história em quadrinhos é “Les Drague-misères”, publicada pela Delcourt. Posteriormente, publicou com pequenas editoras e multiplicou as experiências dos quadrinhos digitais, participando do Professor Cyclope (Arté) ou da plataforma EspritBD.

Em 2013, ele lançou o “projeto crocodilos” na plataforma do tumblr, que adapta depoimentos de assédio de rua para quadrinhos. Um primeiro álbum foi publicado na Lombardia com o título “Les Crocodiles”, depois um segundo volume pelas edições Casterman, com o título “Les Crocodiles sont toujours là” em colaboração com Juliette Boutant. A história em quadrinhos também é tema de um afresco no BD Parcours na cidade de Bruxelles

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Eduardo Alves da Costa

Eduardo Alves da Costa nasceu em Niterói (RJ), em 1936. Aos dois meses de idade, mudou-se para São Paulo com seus pais. Graduou-se em direito pela Universidade Mackenzie (SP), mas não chegou a exercer a profissão. Trabalhou como redator de publicidade, jornalista, editor de textos, mas sua maior paixão sempre foi a literatura. Poeta, romancista, contista, cronista, escreveu algumas peças de teatro (inéditas) e, em 1982, após frequentar durante muitos anos o ateliê do pintor Mario Gruber, começou a se dedicar também à pintura. Atualmente, vive com sua mulher, Antonieta, em Picinguaba, uma vila de pescadores situada no litoral norte de São Paulo.

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Como e porque sou romancista

Nesta espécie de autobiografia de 1893, o escritor cearense José de Alencar (1829-1877) expõe, em forma de carta, as circunstância que fizeram-lhe enveredar para o caminho das letras e, posteriormente, se tornar um dos principais nomes da literatura brasileira — com títulos como Senhora (1875), Lucíola (1862), O guarani (1857) e Iracema (1865), no qual trabalha a ideia de concepção nacional a partir da relação entre um português e a personagem que dá nome à obra, uma nativa do Brasil.

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Nara Vidal lança novo livro de contos

Nesta sexta-feira (11), a mineira Nara Vidal lança seu novo livro, a coletânea de contos Mapas para desaparecer. Radicada na Inglaterra desde 2001, ela participa de uma live no Instagram, às 19h. O escritor Carlos Henrique Schroeder, que assina orelha do livro, também participa da conversa.

O silêncio de um casamento desgastado, o desaparecimento de uma filha, a exploração social, o abuso do corpo, o esquecimento em vida, a hipocrisia e a inveja dos pares, a repressão sexual e a mentira compulsiva são alguns dos temas tratados nos 11 contos de Mapas para desaparecer. O livro tem capa e projeto gráfico de Raquel Matsushita.

Formada em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nara Vidal é autora de livros infantojuvenis e do romance Sorte, que venceu o Prêmio Oceanos em 2019. Foi premiada também com o Maximiano Campos na categoria contos e ganhou por duas vezes o Brazilian Press Awards, de Londres.

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A noite do corvo — Uma balada anarquista no Oeste

Após enfrentar uma síndrome rara que o deixou incapacitado por meses, o italiano Marco Galli — sob o pseudônimo Apehands — retorna à graphic novel com um western lisérgico e sangrento. Ao maior estilo Sergio Leone, que trouxe a paródia para o ambiente inóspito do Velho Oeste no cinema, Galli põe a cidade de La Bajada no mapa. Quando os cidadãos se preparam para escolher o novo prefeito, um navio negreiro afunda e entra em cena um pistoleiro feroz.

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Luis Fernando Vidal

Luis Fernando Vidal Mendoza (Lima, 1943-1993), foi um destacado escritor, crítico, editor e professor da Universidad Nacional Mayor de San Marcos, onde estudou educação e literatura.

Em 1973 publicou seu primeiro livro: La Sombra Apetecida, segundo título da coleção de poesia Cuadernos Del Hipocampo, dirigida por Vidal e que mais tarde daria origem a livros de novos poetas peruanos. Em seguida, publica o livro de contos El tiempo não é, precisamente, uma garrafa de champanhe (Lima: Editorial Ames, 1977), a novela Sahumerio (Lima: Lluvia Editores, 1981), e organiza as antologias Cuentos Limeños 1950-1980 (Lima: Ediciones PEISA –Biblioteca Peruana 64, 1982) e Nuevo Cuento Peruano (Lima: Mosca Azul Editores, 1984), entre seus livros de perfil mais acadêmico.

Em meados da década de 1980, dirigiu as únicas duas edições da revista Garabato especializada em narrativas e muitos de seus textos críticos foram publicados em revistas especializadas como Lluvia, Hueso Hmero, Revista De Crítica Literaria Latinoamericana, entre outras.

Infelizmente, Vidal foi morto por atropelamento em dezembro de 1993. Aparentemente, deixou vários livros inéditos. Seus amigos e discípulos prestaram-lhe uma última homenagem por meio de uma edição extraordinária da revista Alma Matinal.

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Alexandre Ganan

Alexandre Ganan

Alexandre Ganan de Brites Figueiredo nasceu em Jose Bonifácio, interior de São Paulo, em 1983. É historiador, advogado, doutor em integração da América Latina e pós-doutor em economia, sempre pela Universidade de São Paulo (USP). É autor de Bolívar – fundações e trajetórias da integração latino-americana, além de outras publicações em revistas acadêmicas e sites de notícias. A defesa dos dois cavalos é sua estreia na ficção.