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Sílvio Ferreira leite

Como jornalista, o poeta e escritor Sílvio Ferreira Leite viajou por quase todos os Estados do Brasil realizando reportagens culturais, turísticas e ecológicas. Como escritor, seu primeiro romance, “O dono do destino”, saiu pela Editora Centauro. É autor de crônicas, contos, outros romances, e escreve letras de músicas. Para o público infantojuvenil lançou, entre outros livros, “Na terra dos homens de duas caras”, pela Editora FTD. É autor de peças teatrais como “Guaiú, a ópera das formigas”, em parceria com o músico Marcos Arthur. Sua vida de poeta é bem antiga, mas só agora estreia nas livrarias com “Eterno Efêmero”, uma realização do ProAC, um lançamento da Faria e Silva Editora.  

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Cadão Volpato

Cadão Volpato nasceu em São Paulo, em 1956, e é autor de diversos livros de ficção e não-ficção, entre eles o romance Pessoas que Passam Pelos Sonhos (2013) e a memória À Sombra dos Viadutos em Flor (2018), finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura e do Jabuti, respectivamente. Também foi letrista e vocalista da banda Fellini, com a qual gravou vários discos nos anos 80. Publicou, pela Faria e Silva, Espíritos de Carros Quebrados (2020).

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André Caramuru Aubert

André Caramuru Aubert, historiador de formação, é autor de romances, poemas e ensaios, além de tradutor. Atualmente colabora com o jornal de literatura Rascunho e com o caderno Aliás, do jornal O Estado de S. Paulo. Gestado ao longo de dez anos, com inúmeras escritas, reescritas e versões descartadas pelo caminho, Estevão é o sexto romance do autor.

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Ivan Angelo

Trabalhando com palavras, como escritor e jornalista, Ivan Angelo (1936, Barbacena, MG) produziu contos, romances, crônicas literárias, livros infantis, traduções, reportagens, roteiros para televisão, críticas de cinema, resenhas de livros, ensaios sobre costumes e mais. Ganhou diversos prêmios literários, entre eles o Cidade de Belo Horizonte 1959, com seu primeiro livro de contos; o Jabuti de 1976, com o romance A Festa e o de 1995, com o romance, Amor?; os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de 1986, com A face horrível, contos, e de 1997 como Melhor Obra de Literatura Juvenil, com o romance Pode me beijar se quiser. Tem obras publicadas em inglês, francês, alemão e espanhol. Proferiu palestras e leituras no Brasil, Portugal, Alemanha, Áustria, Bulgária, Canadá, Estados Unidos e México.

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Simon Widman

Simon Widman nasceu em Montevidéu (Uruguai) e em 1965, aos 11 anos de idade, veio com a família para São Paulo. Jornalista de formação, trabalhou em diversas redações e com comunicação corporativa, tanto para empresas como para órgãos do governo.
Nos últimos anos se dedica à geração de conteúdo. Nessa atividade escreveu alguns livros de não ficção como gostwriter por encomenda de seus clientes.
Madrid com D é sua primeira investida no campo da ficção literária.

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Carlos Quiroga

Carlos Quiroga, oriundo da Galiza profunda, é escritor e linguista, Doutor em Filologia Galego-portuguesa, professor de literaturas lusófonas na Universidade de Santiago de Compostela. Foi membro da direção da Associação de Escritores em Língua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Autor de poesia, romance, ensaio, teatro e obras híbridas, diretor de várias revistas, tem outros dois livros publicados no Brasil, além de Fractal. O Diário de Notícias de Portugal incluiu o seu livro Inxalá numa coleção de clássicos literários universais.

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Patricia Pedrosa

Patricia Pedrosa é roteirista e diretora de tv. Cursou Música na Unirio e se formou em Cinema pela UFF e em Artes Cênicas pela CAL. Antes de ingressar no audiovisual, deu aulas de piano e teoria musical. Compositora, estudava para ser regente. Assinou a Direção Artística das séries ‘Cine Holliúdy’, ‘Shippados’, ‘Todas as Mulheres do Mundo’ e ‘Amor e Sorte’.

‘Primeiro campo da guerra’ é seu primeiro livro numa arte que ainda faltava transitar, a da poesia.

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Luiz Ruffato

Publicou diversos livros, entre eles Inferno provisório, De mim já nem se lembra, Flores artificiais, Estive em Lisboa e lembrei de você, Eles eram muitos cavalos e O verão tardio. Suas obras ganharam prêmios nacionais (APCA, Jabuti, Machado de Assis) e internacionais (Casa de las Americas) e estão publicadas em 13 países. Em 2016, foi agraciado com o Prêmio Internacional Hermann Hesse, na Alemanha.

Foto do autor: Jornal Rascunho