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Christophe Blain

Christophe Blain, nascido em 10 de agosto de 1970, em Argenteuil, na França, é um escritor de quadrinhos francês. Notado após a publicação do Redutor de velocidade, em 1999, Blain é revelado ao público ilustrando Masmorra Potron Minet- (1999 a 2006) em cenários de Joann Sfar e Lewis Trondheim. Solo, ele confirmou as expectativas com Isaac, o Pirata (2001-2005) e GUS (SESI-SP Editora). Blain é um dos únicos autores a ter ganho duas vezes o prêmio de melhor álbum do festival Angoulême, com autores como Baru, Miguelanxo Prado ou Art Spiegelman. Ele ganhou em 2002 (para as Américas, o primeiro volume de Isaac, o Pirata) e 2013 (para Chronicles diplomáticas, o segundo volume do Quai d’Orsay).

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Thomas Mathieu

Nascido em 1984, Thomas Mathieu estudou quadrinhos em Saint-Luc, Bruxelas e Liège. Durante seus estudos abriu um blog, no qual publicou contos curtos e humorísticos. Sua primeira história em quadrinhos é “Les Drague-misères”, publicada pela Delcourt. Posteriormente, publicou com pequenas editoras e multiplicou as experiências dos quadrinhos digitais, participando do Professor Cyclope (Arté) ou da plataforma EspritBD.

Em 2013, ele lançou o “projeto crocodilos” na plataforma do tumblr, que adapta depoimentos de assédio de rua para quadrinhos. Um primeiro álbum foi publicado na Lombardia com o título “Les Crocodiles”, depois um segundo volume pelas edições Casterman, com o título “Les Crocodiles sont toujours là” em colaboração com Juliette Boutant. A história em quadrinhos também é tema de um afresco no BD Parcours na cidade de Bruxelles

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Eduardo Alves da Costa

Eduardo Alves da Costa nasceu em Niterói (RJ), em 1936. Aos dois meses de idade, mudou-se para São Paulo com seus pais. Graduou-se em direito pela Universidade Mackenzie (SP), mas não chegou a exercer a profissão. Trabalhou como redator de publicidade, jornalista, editor de textos, mas sua maior paixão sempre foi a literatura. Poeta, romancista, contista, cronista, escreveu algumas peças de teatro (inéditas) e, em 1982, após frequentar durante muitos anos o ateliê do pintor Mario Gruber, começou a se dedicar também à pintura. Atualmente, vive com sua mulher, Antonieta, em Picinguaba, uma vila de pescadores situada no litoral norte de São Paulo.

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Luis Fernando Vidal

Luis Fernando Vidal Mendoza (Lima, 1943-1993), foi um destacado escritor, crítico, editor e professor da Universidad Nacional Mayor de San Marcos, onde estudou educação e literatura.

Em 1973 publicou seu primeiro livro: La Sombra Apetecida, segundo título da coleção de poesia Cuadernos Del Hipocampo, dirigida por Vidal e que mais tarde daria origem a livros de novos poetas peruanos. Em seguida, publica o livro de contos El tiempo não é, precisamente, uma garrafa de champanhe (Lima: Editorial Ames, 1977), a novela Sahumerio (Lima: Lluvia Editores, 1981), e organiza as antologias Cuentos Limeños 1950-1980 (Lima: Ediciones PEISA –Biblioteca Peruana 64, 1982) e Nuevo Cuento Peruano (Lima: Mosca Azul Editores, 1984), entre seus livros de perfil mais acadêmico.

Em meados da década de 1980, dirigiu as únicas duas edições da revista Garabato especializada em narrativas e muitos de seus textos críticos foram publicados em revistas especializadas como Lluvia, Hueso Hmero, Revista De Crítica Literaria Latinoamericana, entre outras.

Infelizmente, Vidal foi morto por atropelamento em dezembro de 1993. Aparentemente, deixou vários livros inéditos. Seus amigos e discípulos prestaram-lhe uma última homenagem por meio de uma edição extraordinária da revista Alma Matinal.

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Alexandre Ganan

Alexandre Ganan

Alexandre Ganan de Brites Figueiredo nasceu em Jose Bonifácio, interior de São Paulo, em 1983. É historiador, advogado, doutor em integração da América Latina e pós-doutor em economia, sempre pela Universidade de São Paulo (USP). É autor de Bolívar – fundações e trajetórias da integração latino-americana, além de outras publicações em revistas acadêmicas e sites de notícias. A defesa dos dois cavalos é sua estreia na ficção.

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Ronaldo Barata

Ronaldo Barata nasceu em 1979, na cidade de São Paulo, no bairro da Mooca. Começou a estudar desenho e foi amor ao primeiro esboço! As linhas, sombras e formas tomaram seu coração e encheram seu peito com a vontade de se tornar um desenhista profissional (ignorando todos os alertas e avisos sobre o quase nulo reconhecimento da profissão e a baixa remuneração). Hoje, Barata é professor de Desenho, Ilustração e Arte Digital na Quanta Academia de Artes. É diretor de arte no Quanta Estúdio e autor da série “Sobrenatural Social Clube”, publicada pelo selo SESI-QUANTA, deste “Divino Mundanismo”, em co-autoria com Tainan Rocha e um dos integrantes do álbum coletivo “O Grande, Gostoso, Quente e Úmido Livro do Sexo!”.

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Medeiros e Albuquerque

José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque, jornalista, professor, político, contista, poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista, nasceu no Recife, PE, em 4 de setembro de 1867, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 9 de junho de 1934. Em 1896 e 1897, compareceu às sessões preliminares de instalação da Academia Brasileira de Letras. É o fundador da cadeira n. 22, que tem como patrono José Bonifácio, o Moço.

Trabalhou inicialmente como professor primário adjunto, entrando em contato com os escritores e poetas da época, como Paula Ney e Pardal Mallet. Estreou na literatura em 1889 com os livros de poesia Pecados e Canções da decadência, em que revelou conhecimento da estética simbolista, como testemunha a sua “Proclamação decadente”.

Simultaneamente às atividades de funcionário público, exercia as de jornalista. Durante o período florianista, dirigiu O Fígaro. Em 1897, foi nomeado diretor geral da Instrução Pública do Distrito Federal. Estando na oposição a Prudente de Morais, foi forçado a pedir asilo à Embaixada do Chile. Demitido do cargo, foi aos tribunais defender seus direitos e obteve a reintegração.

Voltou também à Câmara dos deputados, formando nas fileiras de oposição a Hermes da Fonseca. Durante o quatriênio militar (1912-1916), foi viver em Paris. De volta ao Brasil, defendeu a entrada do Brasil na 1ª Guerra Mundial na Europa, em campanha que contribuiu para o rompimento de relações do Brasil com a Alemanha.

De 1930 a 1934, dedicou-se às atividades de colaborador do diário da Gazeta de São Paulo e de outros jornais do Rio de Janeiro e às suas atividades na Academia, onde fazia parte da Comissão do Dicionário e era redator da Revista. Empenhou-se nos debates então travados em torno da simplificação da ortografia. Era um grande defensor da idéia da simplificação, e seu último artigo na Gazeta de São Paulo, publicado no dia de sua morte, versou sobre esse assunto. Na imprensa, escreveu também sob os pseudônimos Armando QuevedoAtásius NollJ. dos SantosMaxRifiúfio Singapura.

Fonte: ABL

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Tainan Rocha

Bixo solto desde 1989. Corre no campo das palavras, dos traços e dos sons já há mais de uma década. Entre publicações independentes e através de grandes editoras, já ilustrou e escreveu alguns livros, e desenhou diversas HQs, como Que Deus te Abandone, com André Diniz (publicado em Portugal), Crônicas da Terra da Garoa, em parceria com Rafael Calça e também Savana de Pedra, ao lado de Felipe Castilho e Wagner Willian. Com esta última obra, figurou entre os finalistas do Prêmio Jabuti.

Leciona ilustração na Quanta Academia de Artes, onde se formou e hoje é coordenador.