O Riso

R$27,00

Autor: Olavo Bilac
ISBN: 9786581275129
Edição: 1
Lançamento: 27.03.2020
Peso: 80.0g
Dimensões: 120.0 x 180.0 x 4.0 mm
Páginas: 48

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REF: 9786581275129 Categorias: ,

Descrição

O texto que abre este livro trata-se de uma compilação do encontro de João do Rio com o poeta Olavo Bilac, e desnuda o mito em torno da figura do príncipe dos poetas. Foi publicado no livro O Momento literário (H. Garnier, Livreiro-Editor), que reuniu mais de 40 encontros de João do Rio com os mais importantes escritores em atividade naquele começo de século XX, além de Bilac, Coelho Netto, Sylvio Romero, Raymundo Correia, Medeiros e Albuquerque, Mario Pederneiras e muitos outros, escolhidos para falar sobre “problemas de arte, de literatura e da vida intelectual do Brasil”.

Achamos interessante abrir o inusitado e instigante O Riso, palestra proferida por Bilac, com esta apresentação, não menos inusitada e instigante, sobre o poeta, elaborada por João de Rio. O texto principal é um tratado sobre o Riso, tema profundamente estudado pelos filósofos de todos os tempos e aqui, elencando sua erudição, Bilac nos introduz em seus aspectos mais curiosos e nos apresenta uma visão contundente com toda a poeticidade e lirismo próprios do príncipe de nossos poetas, e nestas páginas compreendemos um pouco do porque deste epíteto.

Em ambos os textos optamos por deixar ali e aqui alguns marcos da língua portuguesa de outrora, nas crases, na pontuação, na grafia dos nomes próprios, num ou noutro vernáculo ou construção gramatical, desde que não comprometesse a intelecção do texto e ajudasse a não perder de todo o espírito estilístico da época.

Nota do Editor

Sobre o autor
Olavo Bilac
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 1865 — 28 de dezembro de 1918) foi um jornalista, contista, cronista e poeta brasileiro, considerado o principal representante do parnasianismo no país. Foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras.

Bilac era um ativo republicano e nacionalista, também defensor do serviço militar obrigatório em um período em que o exército usufruía de amplas faculdades políticas em virtude do golpe militar de 1889. Foi o responsável pela criação da letra do Hino à Bandeira. Também ficou famoso pelas fortes convicções políticas, sobressaindo-se a ferrenha oposição ao governo militar do marechal Floriano Peixoto.

Em 1907, foi eleito “príncipe dos poetas brasileiros”, ainda na infância era considerado um aluno aplicado, conseguindo, aos 15 anos autorização especial para ingressar no curso de Medicina na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, a gosto do pai, que era médico durante a campanha da Guerra do Paraguai, e a contragosto próprio.

Portanto, começa a frequentar as aulas da faculdade mencionada, terminada a rápida passagem no colegial, mas seu precoce trabalho na redação da Gazeta Acadêmica absorve-o e interessa-o mais do que a prática medicinal. Por este motivo, Bilac não concluiu o curso de medicina e nem o de direito que frequentou posteriormente, em São Paulo.

Bilac foi jornalista, poeta, frequentador de rodas de boêmias e literárias no meio letrado do Rio de Janeiro. Aliás, sua participação na vida cotidiana e cultural foi uma marca patente em sua imagem: sabe-se, por exemplo, que em 1897 Bilac acabou perdendo o controle do seu automóvel e o bateu contra uma árvore na Estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro – RJ, sendo o primeiro motorista a sofrer um acidente de carro no Brasil.

Aos poucos profissionaliza-se: produz, além de poemas, textos publicitários, crônicas, livros escolares e poesias satíricas. Visava, então, contar através de seus manuscritos a realidade presente na sua época.

O grande amor de Bilac foi Amélia de Oliveira, irmã do poeta Alberto de Oliveira. Chegaram a ficar noivos, mas o compromisso foi desfeito por oposição de outro irmão da noiva, desconfiado de que o poeta era um homem arruinado. Seu segundo noivado fora ainda menos duradouro, com Maria Selika, filha do violonista Francisco Pereira da Costa. Viveu sozinho, em consequência destes descasos amorosos, sem constituir família até o fim de seus dias.

fonte: site da ABL

Informação adicional

Peso 80.0 g
Autor

João do Rio, Olavo Bilac

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